Com mais de cem capelas, igrejas e conventos, a expectativa é de que o circuito religioso de Petrópolis fique movimentado por conta dos feriados da Semana Santa. Só a Catedral São Pedro de Alcântara, principal atrativo católico do município, deverá receber na Sexta-Feira Santa (19.04) entre 3 e 4 mil pessoas na celebração especial da Paixão de Cristo, às 15h, que será seguida de uma procissão pelas ruas do Centro Histórico, com a expectativa de participação de mais de 5 mil pessoas.
Tradição religiosa católica, que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo, a Semana Santa começou no último domingo, com o “Domingo de Ramos” e termina na Páscoa (21). Com o feriado nacional de Sexta-Feira Santa (19) e o feriado estadual pelo Dia de São Jorge na terça (23), o período é considerado pelo setor de Turismo o melhor antes da chegada da alta temporada na cidade, em maio.
Com diferentes estilos arquitetônicos, na sua maioria dos séculos XVIII e XIX, as principais igrejas do município ficam abertas à visitação e guardam verdadeiras obras de arte. Além das igrejas e templos católicos, como o Trono de Fátima e o Mosteiro da Virgem, o visitante encontra também atrativos como a Igreja Luterana - um dos mais antigos templos religiosos da cidade, cuja pedra fundamental foi lançada em 1862. O Vale do Amor também está entre os mais procurados pelos turistas.
“O Circuito Religioso é muito importante para Petrópolis. A gente costuma receber grupos com essa demanda. Os turistas pedem para visitar a Catedral, o Mosteiro da Virgem, o Trono de Fátima. E além das instituições católicas, outras também são procuradas, como a Igreja Luterana e o Vale do Amor. Na Semana Santa, muitos visitantes que estarão hospedados na cidade vão procurar essas atividades”, explica a guia de turismo Raquel Neves.
Além da Catedral, por conta da Semana Santa, diversas igrejas terão uma programação especial, como a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, que nasceu em 1872 da vontade dos colonos alemães católicos; e a Igreja Nossa Senhora do Rosário, inaugurada em 1958, em substituição à primeira Capela de Nossa Senhora do Rosário, inaugurada em 1883, construída em parte com doações coletadas por ex-escravos. 


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