Clássico natalino O Quebra-Nozes (Foto: divulgação)


Sucesso nos anos anteriores, o Concerto de Natal do Coral Integração se apresenta nesta quarta-feira, dia 22, às 20h, na Praça da Liberdade. 16 corais da cidade terão dois representantes, devidamente uniformizados, somando 32 cantores, sob regência de 6 maestros, acompanhados pelo maestro e pianista Marco Aurélio Lischt. Com um repertório tradicional natalino, as músicas tem uma nova leitura, com arranjo escrito especialmente pelo maestro Antonio Gastão.

 

No repertório, “Adeste Fideles” com regência de Mary Rios; “Bate o Sino” com Antonio Gastão; “Boas Festas” e “Ó, Noite Santa” com Marcelo Vizani, “Eis dos Anjos a Harmonia” com Mary Rios; “Glória (Surgem Anjos Proclamando)” e “Happy Holiday/White Christmas” com Paulo Afonso Filho; “Já Nasceu o Menino Deus” com Rafael Macedo; “Marcas do que se foi” com Antonio Gastão; “Natal das Crianças” e “O Primeiro Natal” com Gláucia Kobi Rangel e “Noite Feliz” com Rafael Macedo

 

Um dos balés mais populares do mundo, o clássico natalino O Quebra-Nozes, chega ao palco do Teatro Mecanizado do SESC Quitandinha na quarta-feira, dia 22 de dezembro e na quinta-feira, dia 23, apresentado pela Companhia BEMO - Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Um clássico do período de Natal, a obra mundialmente reconhecida com música de Tchaikovsky e coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov nos remete a um mundo de lindos sonhos e suaves sentimentos que faz a alegria de crianças e adultos.

 

Estreado em 1892 no Teatro Mariinsky de São Petersburgo, seu enredo se baseia em uma adaptação do conto infantil “O Quebra-nozes e o Rei dos Camundongos”, de E.T.A. Hoffmann, realizada por Alexandre Dumas pai. A primeira apresentação no ocidente só aconteceu em 1934, no Sadler’s Wells Theatre, em Londres. Desde então, tornou-se um dos balés mais montados em todo o mundo.



CIA BEMO, berço de novos talentos


A CIA BEMO–TMRJ tem mantido suas atividades cultivando a arte e colaborando na descoberta de novos valores artísticos, inserindo talentosos jovens bailarinos no mercado de trabalho nacional e internacional. A metodologia de ensino da companhia permite que todos os alunos interpretem grandes e pequenos papéis, possibilitando a descoberta de novos talentos e o amadurecimento profissional dos alunos.

 

“A determinação e perseverança de alunos, professores e funcionários para manter a companhia funcionando são exemplos de seriedade, empenho e, principalmente, amor ao balé”, orgulha-se o professor e diretor artístico, Jorge Teixeira, que trabalha ao lado do bailarino e diretor geral da companhia, Hélio Bejani.

 

Teixeira e Bejani têm produzido espetáculos de balé clássico de repertório, neoclássico e dança contemporânea, criados especificamente para a companhia, que se apresenta regularmente no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e ao lado de diversas personalidades da dança nacional e internacional.

 

Entre elas, encontram-se: Ana Botafogo, Cecília Kerche, Cláudia Mota, Áurea Hämmerlli, Marcelo Misailidis e Vitor Luís, todos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de Roberta Marques, Thiago Soares e Marianela Nuñez, do Royal Ballet; Renata Pavan e Herman Cornejo, do American Ballet Theatre; Juan Pablo Ledo do Teatro Colón e Aidos Zakan do Ballet Teatro Michailov e Rolando Sarabia numa co-produção do Ballet Don Quixote junto ao The Cuban Classical Ballet of Miami.

 

“Tive a oportunidade de assistir a ensaios da Companhia BEMO e constatar o trabalho sério que vem sendo desenvolvido com jovens bailarinos, que com talento e determinação mostram um resultado de grande profissionalismo no palco. Essa companhia deve ser incentivada a continuar seu trabalho, pois poucos grupos de dança conseguem reunir tantos jovens promissores com um trabalho tão competente”, sublinha a renomada bailarina do TMRJ, Ana Botafogo.

 

A história da CIA BEMO remonta aos anos 60. Fundada em 1967 pela bailarina Regina Ferraz, a companhia atendia pelo nome de Companhia Brasileira de Ballet (CBB), composta, primeiramente, por grandes bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, entre eles Aldo Lotufo, David Dupré, Eliana Caminada, Silvia Barroso e compositores como Marlos Nobre e Edino Krieger.

 

A CBB funcionava, à época, no Teatro Novo (antigo Teatro da República, hoje sede da TV Brasil – RJ). Em 2001, o nome da companhia de balé foi cedida a Jorge Teixeira, por indicação de Emílio Martins e Marilda Azevedo (ambos bailarinos da Cia. Original de 1967), em reconhecimento a sua luta pelo resgate e divulgação do balé clássico e pelo trabalho técnico e artístico desenvolvido por ele e por seus bailarinos.

 

Em 2018, após ter recebido o convite do Diretor Helio Bejani, para fundir-se à Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a companhia deixa de existir com o seu nome e passa a atuar como CIA BEMO – TMRJ, dentro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ao todo, a companhia formou mais de 200 bailarinos. 

  


 

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