| Fotos: Rogerio Tosta/Ascom Diocese de Petrópolis |
A Diocese de Petrópolis abriu oficialmente,
na noite de quarta-feira, 8 de abril, o Jubileu Franciscano pelos 800 anos da
morte de São Francisco de Assis. A missa de abertura foi presidida pelo bispo
diocesano, Dom Joel Portella Amado, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em
Petrópolis, e contou com a presença da Família Franciscana – nas ordens
masculina, feminina e secular –, além de padres diocesanos, seminaristas e
fiéis de diversas paróquias.
Ao final da celebração, foi apresentada e
acesa a vela do Jubileu Franciscano, colocada ao lado da imagem de São
Francisco de Assis, como sinal visível do início desse tempo de graça para toda
a Diocese.
Participaram da missa frades e religiosas
franciscanos, padres diocesanos e seminaristas do Seminário Diocesano Nossa
Senhora do Amor Divino, bem como paroquianos do Sagrado Coração de Jesus e de
outras comunidades do Decanato São Pedro de Alcântara. Em nome da Fraternidade
Franciscana do Sagrado Coração de Jesus, Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM,
acolheu os presentes e agradeceu a Dom Joel pela escolha da Igreja do Sagrado
como local da celebração de abertura do Jubileu na Diocese.
Dom Joel manifestou sua alegria pela abertura
do Jubileu Franciscano justamente no ano em que a Diocese de Petrópolis celebra
80 anos de criação, destacando a forte presença do carisma franciscano na
história e na vida pastoral da Igreja local. O bispo recordou a contribuição de
inúmeros franciscanos e franciscanas, ao longo de oito décadas, na
evangelização, na ação social e na formação do clero na região.
Durante a homilia, o bispo sublinhou que o
Jubileu não é apenas uma memória histórica, mas um convite à redescoberta do
carisma de São Francisco no contexto atual: “Somos chamados a conhecer ainda
mais a vida de São Francisco de Assis, não apenas como alguém do passado, mas
como um testemunho vivo de como o Evangelho pode ser vivido hoje. O carisma
franciscano tem muito a dizer ao nosso Brasil e ao nosso mundo, com seu apelo à
pobreza evangélica, à fraternidade e à paz”, afirmou Dom Joel.
O bispo lembrou que São Francisco viveu em um
tempo de grandes transformações sociais, marcado por guerras, tensões dentro da
Igreja, aumento da pobreza e mudanças profundas na organização da sociedade.
Segundo ele, essas semelhanças com os desafios atuais tornam o testemunho do
santo de Assis ainda mais atual.
*Conteúdo produzido por Rogério Tosta, assessor de imprensa da Mitra Diocesana

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