No último sábado (16), o Clube 29 de Junho prestou uma homenagem ao pesquisador e escritor alemão Dittmar Lauer, que esteve na cidade para mais uma etapa de sua pesquisa sobre a colonização alemã. Este ano, Dittmar lançou, na Alemanha, a obra “Deutsch-Brasilianische Cexte – Beiträge zur Migrations-und Familiengeschichte - Petrópolis (Textos germano-brasileiros – Contribuições para a migração e a história familiar - Petrópolis). A publicação está sendo traduzida pela Editora Vozes, afim de lançamento no Brasil.
O pesquisador e escritor retorna nesta segunda (18) à Alemanha. Esta etapa da pesquisa, em que Dittmar acessou novos documentos que registram a presença dos colonizadores alemães a partir de 1845 na cidade, servirá de base para o volume 2 da obra, exclusiva sobre a imigração em Petrópolis.
Segundo o presidente do Clube 29 de Junho, Marcio Haubrich, a homenagem foi motivada devido ao relevante trabalho do pesquisador e escritor na preservação da história germância de Petrópolis e também em seus esforços para a criação de novos laços entre Brasil e Alemanha.
Realizado na sede do clube, o evento contou com a participação de membros da diretoria do clube, além do secretário de Turismo de Petrópolis, Nei Carvalho, Renata Pertot e Ronaldo de Oliveira, do Nova Brücke, entre outros convidados.
Dittmar retorna à Alemanha após mais uma importante etapa de suas pesquisas em arquivos históricos da cidade, onde teve acesso a documentos que registram a presença dos colonizadores alemães a partir de 1845. Inclusive, de alguns de seus antepassados que não cidade se estabeleceram.
Segundo o pesquisador, a história de imigração de Petrópolis é pouco conhecida na Alemanha, e sua proposta é colocar a cidade em evidência neste contexto. Assim como aproximar Petrópolis de sua cidade, Trier, que historicamente também é uma ‘cidade imperial’, por ter sido fundada pelos romanos, e que é a cidade mais antiga da Alemanha.
Em suas visitas, o pesquisador vem fazendo conexões para elevar o nome de Petrópolis e formalizar parcerias entre as duas cidades.
“Existem muitas cidades imperiais em diferentes países, mas Petrópolis é a única cidade imperial que foi construída por pessoas da minha região. Por isso a ideia de conectar essas duas cidades e estabelecer uma troca cultural e principalmente turística”, revelou.


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