Comemorado no próximo domingo, 10 de maio, o Dia das Mães deve movimentar mais de R$ 14 bilhões no varejo brasileiro, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), consolidando a data como a segunda mais importante do setor, atrás apenas do Natal. Em Petrópolis, o comércio espera um acréscimo de até 5%, em comparação com o ano anterior. O gasto médio também supera 2025. Em 2026, ele está estimado em R$ 154, contra R$ 152 do ano passado. 



“A data é, historicamente, importante para o setor varejista, que investe em promoções, formas facilitadas de pagamento e em novidades. A tendência é de que as vendas aumentem na véspera. Aos petropolitanos, reforçamos a importância de comprar nas lojas da nossa cidade, movimentando nossa economia”, afirma Marcelo Fiorini, presidente do Sicomércio Petrópolis e diretor do Sebrae RJ.



Comportamento do consumidor: roupas, perfumes/cosméticos, calçados e acessórios são os produtos mais procurados 


Levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), realizado no dia 24 e entre 27 e 29 de abril, com 887 consumidores do Rio, aponta aumento na intenção de consumo para o Dia das Mães, em relação ao ano passado. Em 2026, 67,3% dos entrevistados pretendem presentear, acima dos 66,1% registrados em 2025. Por outro lado, houve redução no percentual dos que não devem comprar presentes, que caiu de 31,2% para 27,6%. Já o grupo de indecisos cresceu de 2,8% para 5,1%, indicando um cenário de consumo ligeiramente mais aquecido, mas ainda com espaço para definição de parte dos consumidores.


Para os que vão presentear, os perfumes e cosméticos são os preferidos para 23,1%, seguidos das roupas, com 16,9%, e calçados, bolsas ou acessórios, com 12,8%. De acordo com a pesquisa, 23,4% ainda não sabem o que vão comprar.


O gasto médio também supera 2025. Em 2026, ele está estimado em R$ 154, contra R$ 152 do ano passado. A estimativa de movimentação financeira também é superior. Em 2025, ficou em R$ 366 milhões. Esse ano, está estimada em R$ 375 milhões.


As lojas físicas continuam sendo as preferidas de 66,7% dos consumidores consultados, enquanto 21,4% disseram que pretendem comprar em lojas virtuais/online. De acordo com a sondagem, 8,1% afirmaram que devem comprar em ambas.

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