Com vários trechos da BR-040 entre o Rio e Juiz de Fora em obras, o motorista que sobe a Serra de Petrópolis para aproveitar o fim de semana costuma se perguntar qual o melhor momento para o retorno no domingo. Para ajudar a responder essa dúvida, a Elovias, concessionária do trecho da rodovia entre o Estado do Rio e Minas, preparou um infográfico com os horários de maior e menor movimento de veículos na descida da Serra.

Aos domingos, o fluxo é melhor entre 12 horas e 13 horas,  e entre 23 horas e meia-noite.  O tráfego fica um pouco mais pesado entre 14 horas e 15 horas e por volta das 22 horas. O trânsito se torna pior entre 16 horas e 21 horas, e a viagem fica bastante lenta. O ideal é que o usuário planeje a volta para a casa e evite esse período de pico.

Mas é bom ficar atento. As condições das pistas podem mudar a qualquer momento em razão de ocorrências, clima severo ou outras eventualidades. O recomendável é que o usuário também consulte os canais de atendimento da Elovias pouco antes de iniciar a viagem de volta (WhatsApp (21) 9 80400113 e redes sociais @EloviasSA).

As obras  de recuperação da pista de descida da serra de Petrópolis foram intensificadas com o objetivo de melhorar as condições de tráfego em um dos trechos mais movimentados da BR-040. As intervenções fazem parte do plano de trabalho do primeiro ano da concessão e incluem a reconstrução das placas de concreto mais danificadas, além da execução de microfresagem para nivelar o pavimento nos segmentos com maiores irregularidades. A previsão da concessionária é de que essa primeira fase de recuperação da descida da serra de Petrópolis esteja concluída em novembro deste ano.



Detalhes da obra


As equipes da Elovias atuam em trechos previamente delimitados e com planejamento operacional. Atualmente, duas frentes de trabalho operam simultaneamente na pista de descida da serra. Uma delas é responsável pela reconstrução das placas de concreto que apresentam trincas profundas ou desgaste acentuado, enquanto a outra executa a microfresagem do pavimento, com o objetivo de corrigir irregularidades e melhorar as condições de trafegabilidade.

Na reconstrução das placas, o concreto existente é integralmente removido até a camada de base do pavimento. Em seguida, essa camada é regularizada e, quando necessário, reforçada para garantir o suporte adequado à nova placa de concreto.

Já o processo de microfresagem é utilizado para corrigir irregularidades e melhorar o nivelamento do pavimento. Antes da intervenção, é realizado um escaneamento a laser da pista, por meio de um veículo equipado com sensores que percorre a rodovia e produz um mapeamento digital de alta precisão. Esse levantamento permite identificar ondulações, desníveis e imperfeições milimétricas que nem sempre são perceptíveis a olho nu.

Com base nos dados obtidos, é executada a microfresagem do pavimento.

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