O Colégio Koeler terá uma importante novidade em sua
proposta pedagógica a partir de 2027: a adoção do Sistema de Ensino SAS, que
passa a integrar os recursos utilizados pela instituição para fortalecer a
excelência acadêmica e ampliar a preparação dos estudantes para os principais
vestibulares do país.
Entre os fatores considerados pelo Colégio Koeler na
escolha está o desempenho apresentado pelas instituições que utilizam o
sistema. De acordo com dados divulgados pelo SAS, três escolas parceiras estão
entre as dez melhores instituições privadas do país no Enem. Ao todo, 27
escolas parceiras figuram entre as Top 100 privadas nacionais, enquanto sete
das dez melhores notas de redação são de instituições parceiras.
A escolha pelo SAS integra uma proposta mais ampla de
inovação pedagógica do Colégio Koeler, que prevê a combinação de materiais
constantemente atualizados, tecnologia, metodologias ativas e acompanhamento
individualizado do desempenho dos alunos.
O novo sistema é apresentado pelo SAS como uma solução
que reúne conteúdo acadêmico, personalização do aprendizado, metodologias
ativas e tecnologia. A proposta busca desenvolver o potencial individual dos
estudantes e ampliar sua preparação para os processos seletivos das principais
universidades brasileiras.
Para o diretor do Colégio Koeler, Thiago Mattos, a
escolha pelo SAS está relacionada à necessidade de oferecer aos alunos uma
preparação acadêmica consistente, mas também conectada às transformações pelas
quais a educação passa.
“Estamos vivendo um momento em que não basta apenas transmitir
conteúdo. É necessário compreender como cada aluno aprende, identificar suas
dificuldades e potencialidades e oferecer ferramentas para que ele possa
avançar de maneira mais assertiva. A escolha pelo SAS acompanha justamente essa
visão de educação, que combina excelência acadêmica, tecnologia e um olhar
individualizado para cada estudante”, afirma Thiago Mattos.
Um dos principais diferenciais apontados pelo sistema é a
possibilidade de acompanhar o desempenho dos alunos de forma individualizada. A
plataforma PRISMA reúne dados provenientes das avaliações realizadas on-line e
das plataformas Eureka, Educacross e Lógos, transformando essas informações em
indicadores que podem auxiliar professores e escola na identificação das
necessidades de cada estudante.
Na prática, o processo começa com a participação do aluno
em atividades e exercícios. As respostas fornecem dados sobre acertos, erros e
tempo de resolução. Essas informações são utilizadas para a elaboração de
diagnósticos e de exercícios personalizados, de acordo com o nível e as
dificuldades apresentadas por cada estudante. O ciclo é pensado para permitir
uma evolução contínua do aprendizado.
“Esse acompanhamento é particularmente importante porque
permite que a escola deixe de trabalhar apenas com uma visão geral da turma.
Passamos a ter mais elementos para entender o percurso de cada aluno. Isso
possibilita ao professor agir de maneira mais precisa e, ao estudante, perceber
sua própria evolução”, explica o diretor.
A preparação para o vestibular também está relacionada à
atualização dos conteúdos e à diversidade de questões disponíveis. Segundo
informações apresentadas pelo SAS, os materiais passam por revisão a cada seis
meses. O sistema conta ainda com um banco com mais de 300 mil questões e referências
de mais de 400 bancas de vestibulares.
A proposta, portanto, não se limita à quantidade de
conteúdo oferecido. O contato com diferentes formatos de questões e bancas
examinadoras permite que os estudantes desenvolvam repertório e estratégias de
resolução ao longo da trajetória escolar.
“Queremos que a preparação para o vestibular seja
construída ao longo dos anos, e não apenas às vésperas da prova. Quanto mais
cedo o aluno desenvolve autonomia, capacidade de interpretação, raciocínio e
segurança para lidar com diferentes questões, mais preparado ele estará para os
desafios acadêmicos futuros”, destaca Thiago Mattos.
Outro componente da proposta é o uso de tecnologia para
ampliar o engajamento dos estudantes. Por meio das plataformas Educacross,
Eureka e Lógos, os alunos têm contato com exercícios adaptativos e atividades
desenvolvidas com recursos de gamificação. Os resultados dessas experiências
geram relatórios individuais que podem ser utilizados pela escola e pelas
famílias para acompanhar o desenvolvimento.
Os conteúdos também podem ser apresentados a partir de
referências próximas ao universo dos estudantes. O material utiliza, por
exemplo, situações relacionadas a super-heróis e futebol para contextualizar
conceitos de Física, mantendo o rigor acadêmico e, ao mesmo tempo, buscando
aproximar os conteúdos dos interesses dos alunos.
“A inovação precisa fazer sentido para o aluno. Quando
conseguimos apresentar um conteúdo rigoroso por meio de uma linguagem que
desperta interesse e participação, aumentamos as possibilidades de
aprendizagem. É esse equilíbrio entre profundidade acadêmica e engajamento que
buscamos para o Colégio Koeler”, afirma Thiago.
A adoção do SAS também está alinhada ao conceito de
inovação contínua que o Colégio Koeler pretende fortalecer em sua proposta
educacional. A escola mantém, além da excelência acadêmica, outros pilares que
integram a formação dos estudantes, como programa bilíngue, educação
socioemocional, formação leitora, educação tecnológica, esporte e movimento e educação
nutricional.
Para Thiago Mattos, a mudança representa mais do que a
substituição de um material didático.
“Estamos falando de uma mudança que envolve uma concepção
de ensino. O material é uma parte importante, mas o grande diferencial está na
possibilidade de integrar conteúdo, tecnologia, dados, acompanhamento
pedagógico e metodologias que estimulem o aluno a participar efetivamente do
próprio processo de aprendizagem.”.
Com a adoção do SAS, o Colégio Koeler amplia o conjunto
de ferramentas voltadas à excelência acadêmica e passa a contar com uma
metodologia que associa conteúdo, tecnologia, análise de dados e personalização
do aprendizado. A experiência das escolas parceiras no Enem é apresentada pela
instituição como um dos indicadores que reforçam a estratégia de preparação
acadêmica adotada para os próximos anos.

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