A Prefeitura de Petrópolis celebrou, na quinta-feira (29/10), os 50 anos do Parque Cremerie como área pública municipal com a inauguração da exposição colaborativa “História Viva”. A mostra reúne fotografias registradas por moradores e visitantes ao longo das últimas cinco décadas e também de antes da fundação do Parque.
“É importante revitalizar esse espaço que faz parte da história e da memória afetiva de Petrópolis. Queremos que as pessoas continuem frequentando o parque, aproveitando esse ambiente de lazer e contato com a natureza, e que as próximas gerações também possam desfrutar desse patrimônio”, afirmou o prefeito Hingo Hammes.
A cerimônia contou com a apresentação da Banda do 32ª Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, bolo e parabéns. Algumas famílias que tiveram suas fotografias selecionadas para a exposição participaram da inauguração, celebrando as lembranças e histórias compartilhadas no Parque.
Durante a solenidade, o prefeito Hingo Hammes e o secretário de Meio Ambiente, Pedro Alcântara, realizaram o plantio de uma muda de Grumixama, árvore nativa brasileira, e inauguraram uma nova placa comemorativa.
Além da exposição, as comemorações pelos 50 anos do Parque Cremerie também marcam o fortalecimento das ações de preservação ambiental no local. Em parceria com o Fórum Itaboraí, da Fiocruz, foi realizado um trabalho de recatalogação das árvores e plantas existentes no Cremerie. A iniciativa também prevê a capacitação das equipes do Parque e da Comdep, conduzida por biólogos, para a identificação e o manejo adequado das plantas medicinais presentes na área.
“Essa parceria com o Fórum Itaboraí, da Fiocruz, é muito importante para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade do Cremerie. A identificação das espécies e a capacitação das equipes vão contribuir para um cuidado mais consciente e responsável com a vegetação do parque”, ressaltou Pedro.
A história do Parque começou em 1875, com a fundação da fábrica de queijos Cremerie Buisson. Posteriormente, o terreno foi vendido e chegou a funcionar como hotel. Na década de 1970, a área passou a integrar o patrimônio público municipal, consolidando-se como um importante espaço de lazer, convivência e contato com a natureza para a população petropolitana.


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