O vereador Thiago Damaceno enviou dois requerimentos de informação questionando a Prefeitura de Petrópolis sobre o desligamento do sistema de câmeras do Centro Integrado de Monitoramento e Operações de Petrópolis (Cimop) e sobre a operação das cancelas instaladas para evitar a circulação em áreas inundadas no entorno das ruas Coronel Veiga e Washington Luiz.


"Em pleno verão e com a previsão de altos índices acumulados de chuva, Petrópolis está perdendo dois equipamentos importantíssimos para a prevenção. As câmeras de monitoramento servem para que os técnicos da Defesa Civil possam deslocar equipes, bem como órgãos de apoio, como Guarda Civil Municipal, Comdep e CPTrans", disse Damaceno.


O vereador também falou sobre a importância do funcionamento das cancelas que, por sua vez, são fundamentais para evitar tragédias, impedindo que os motoristas trafeguem por áreas inundadas. "A cultura de prevenção e resiliência se constrói com políticas públicas permanentes, e a gente não pode admitir que haja um retrocesso com o fim desses dispositivos", disse.


Com relação às câmeras, Thiago Damaceno está cobrando da Prefeitura respostas com relação ao valor do contrato, o último pagamento realizado e a cópia integral do contrato do fornecimento de câmeras para o Cimop. O vereador também está perguntando quando o município teve ciência sobre a retirada das câmeras - o Cimop, hoje, já não está mais funcionando. "Além disso, também estamos cobrando os prazos para executar o novo contrato e retomar o serviço; e também o plano de ação para o período no qual o município ficará sem as câmeras", afirmou o vereador.


Com relação às cancelas, o vereador questionou se há contrato de manutenção em vigor, a data da última manutenção, a fonte de custeio e a razão para o município não utilizar mais a barreira física. O requerimento de informações pergunta também há quanto tempo as cancelas não estão funcionando.


"Durante a audiência pública de prestação de contas da Defesa Civil, o secretário afirmou que o sistema funciona, mas que as equipes da Secretaria e da empresa optaram por não usar a barreira física, apenas com o sinal luminoso e sonoro, e com acionamento manual. Ficamos muito preocupados com a informação, pois a instalação automática das cancelas, com serviço integrado ao Cimop, foi um avanço para mitigar riscos", destacou.



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