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| Mavi Carpin vive Lady Diana em espetáculo realizado pela primeira vez no Brasil / Fotos: Divulgação |
Sucesso da Broadway no Brasil
A atriz Mavi Carpin, carioca
criada em Petrópolis dos 5 aos 17 anos, assume o papel de Diana na turnê
nacional do musical “Diana, a Princesa do Povo”, dirigido por Tadeu Aguiar,
produzido pela Estamos Aqui Produções e apresentado pelo Ministério da Cultura
e pela Bradesco Seguros.
Aos 23 anos, Mavi conquista
sua primeira protagonista em uma montagem que conta a história de uma das
mulheres mais conhecidas do mundo. A trajetória até o papel começou justamente
em Petrópolis, onde teve seus primeiros contatos com as artes e deu os
primeiros passos nos palcos.
Mavi já integrava o elenco do
espetáculo nas temporadas do Rio de Janeiro e de São Paulo, como Ensemble e
Cover de Diana. Para a turnê, o diretor Tadeu Aguiar convidou a atriz para
assumir o papel-título.
“Esse é um daqueles momentos
em que a gente percebe que todo o trabalho, todo o estudo e toda a preparação
valeram a pena. Na minha vida inteira venho me dedicando à arte, abrindo mão de
muitas coisas para realizar o meu sonho. Estar vivendo a minha primeira
protagonista aos 23 anos é a confirmação de que tudo o que eu fiz me trouxe até
aqui hoje. Meu sentimento é de muita gratidão. Gratidão a Deus, a todos que têm
partilhado e torcido por mim e ao meu diretor e à produção do Diana, pela
confiança. Vai ser lindo!”, explica Mavi.
O espetáculo, que encantou Rio
de Janeiro e São Paulo pela grandiosidade dos cenários, figurinos, músicas,
coreografias e qualidade cênica, inicia em setembro uma turnê nacional. A
estreia será em Belo Horizonte, nos dias 11, 12 e 13 de setembro, seguindo
depois para Porto Alegre, Curitiba e algumas capitais do Nordeste, que ainda
serão anunciadas.
Os primeiros passos em Petrópolis
Foi em Petrópolis que Maria
Virgínia Pinheiro de Carvalho, a Mavi, teve seus primeiros contatos com as
artes. Começou no teatro ainda criança, na antiga Escola Favo de Mel, e estudou
música na Escola de Música da Universidade Católica de Petrópolis, onde teve
aulas de canto, piano, violino, violão e teoria musical.
Também iniciou os estudos de
balé aos dois anos de idade, ainda no Rio, e, em Petrópolis, dançou nas escolas
de Jane Feraudy, Stella de Mello e Analu Muniz.
Aos 17 anos, mudou-se para o
Rio de Janeiro para estudar Artes Cênicas na Casa das Artes de Laranjeiras
(CAL), formando-se em 2023. Sua formação reúne teatro, dança e música, com
experiência profissional em teatro musical, dança e audiovisual.
A multiartista vem construindo
uma trajetória no teatro musical, em espetáculos como “O Jovem Frankenstein”, “Rock
in Rio – 40 anos”, “Cazas de Cazuza”, “Poema! O Musical” e “Síndroma”. Em 2025,
Mavi lançou seu primeiro EP autoral, “Sinto tudo ao mesmo tempo”, disponível
nas principais plataformas musicais.
Um novo olhar sobre Diana
Com versão e direção de Tadeu
Aguiar, o espetáculo é uma realização da Estamos Aqui Produções, responsável
por sucessos premiados como “Quase Normal”, “A Cor Púrpura” e “Querido Evan
Hansen”.
Em uma montagem brasileira
não-réplica, o musical propõe um olhar próprio para a trajetória de Diana
Spencer, aproximando o público da mulher que existia para além dos palácios,
das manchetes e da imagem que correu o mundo.
Petrópolis também está nos
figurinos
A grandiosidade da produção se
estende do cenário à iluminação, com uso de tecnologias e uma estrutura que
acompanha a dimensão do espetáculo. O figurino também chama atenção pela escala
da montagem.
Petrópolis tem uma
participação especial nesse processo: vários tecidos usados na confecção dos
vestidos da Princesa são da Werner.
São aproximadamente 1,5
quilômetro de tecidos, mais de 250 figurinos, 850 botões, 60 metros de zíper,
15 quilos de pedrarias e mais de 100 pares de sapatos, compondo um guarda-roupa
que atravessa diferentes épocas, estilos e códigos visuais associados à realeza
britânica.
O trabalho de visagismo conta
ainda com 58 perucas. Para a representação de Diana, foram confeccionadas
quatro perucas naturais, feitas fio a fio e submetidas a cinco processos de
descoloração até que se alcançasse o tom mais próximo possível dos cabelos da
princesa.
Uma produção que percorre o país
A turnê nacional representa
uma nova etapa na trajetória do espetáculo e envolve uma operação de grande
porte para desmontar, transportar e remontar cenário, equipamentos, figurinos e
elementos técnicos em cada uma das seis cidades, preservando a concepção
artística e a experiência visual desenvolvidas para a produção.
“Diana – A Princesa do Povo”
investe nas nuances emocionais de uma mulher atravessada por contradições,
afetos, pressões e escolhas. A figura que desafiou protocolos, redefiniu a
relação entre a Família Real britânica e a sociedade e fez da empatia uma das marcas
de sua atuação pública ganha corpo e voz em uma encenação que combina emoção,
música e grandiosidade cênica.
A equipe por trás do espetáculo
A direção musical é de
Thalyson Rodrigues, com cenografia de Natália Lana, figurinos de Ney Madeira e
Dani Vidal, coreografias e direção de movimento de Sueli Guerra e visagismo de
Anderson Bueno e Cristiane Regis. O desenho de luz é assinado por Serginho, e o
desenho de som por Paulo Altafim e Gabriel D’Ângelo. A coordenação de produção
é de Norma Thiré, e a produção geral, de Eduardo Bakr.
Quem está no elenco da turnê
Na turnê, além de Mavi Carpin,
no papel de Lady Diana, Lucas Britto interpreta o príncipe Charles; Simone
Centurione dá vida à rainha Elisabeth; Gisele Prates é Camila Parker Bowles;
Duda Carvalho faz o papel de Sara Spencer, irmã de Diana; Rosana Pena é Bárbara
Cartland; Beto Marques é James Hewitt; Fábio Brazile é Paul; Ruan Santos é
Colin; e Matheus Boa faz os papéis de Andrew Parker e Andrew Morton.
O elenco conta também com Fabi
Figueiredo, Daruã Góes, André Sigom, Nicole Cavalcante, Bia Bahia, Celso Till,
Cris Mont, André Ulo e Lua Soares.




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